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sábado, 8 de novembro de 2014

Convite




Monsaraz na Rota 
das Judiarias Portuguesas


Dia 9 de Novembro






Via: redejudiariasportugal.com





Sugestão




Museu da Água | A Água no Azulejo Português do Século XVIII






Museu da Água - Mãe d'Água das Amoreiras

Até dia 28 de Junho de 2015 
Horário: Terça a Sábado, das 10h00 às 17h30 
Praça das Amoreiras, nº 10, Lisboa.






quarta-feira, 5 de novembro de 2014

A frase da semana








"Os ensinamentos da Torá são comparados a uma chama de fogo. Ao fazer a ligação à Torá, somos aquecidos pelas suas lições de vida."


Isaac Abravanel
Rabino português nascido em Lisboa
(1437 - 1508)




Todavia Kobani resiste contra tudo e todos








A heróica resistência curda contra a barbárie jihadista
 e contra o cinismo do estado Turco.





terça-feira, 4 de novembro de 2014

Judeus entre Portugal e Marrocos




Judeus entre Portugal e Marrocos nos séculos XVI e XVII
Páginas de controvérsias e entendimentos
José Alberto Rodrigues da Silva Tavim
Instituto de Investigação Científica Tropical





Casa de judeus em Mogador (actual Essaouira), de Darondeau (1807 - 1841).





Mellah de Tetuão. Gérard Sylvain in «Sépharades et 
Juifs d'ailleurs», Adam Biro, Paris, 2001





Bairro Judeu de Tetuão em 1950.





Mellah de Taza - norte de Marrocos.
Foto: www.postcardman.net




Os judeus estiveram presentes desde as primeiras conquistas portuguesas em Marrocos, chegando a formar comunidades autorizadas e privilegiadas nas cidades de Safim e de Azamor, até ao seu abandono em 1541.

Tiveram um papel fundamental, nomeadamente no plano económico, para a sobrevivência das praças que Portugal deteve na costa de Marrocos, mas também nas trocas comerciais e nas relações diplomáticas que se foram traçando entre os dois lados do Estreito de Gibraltar.

A presença de judeus e conversos ibéricos em Marrocos, e de judeus marroquinos na Península Ibérica – aqui, evidenciando livremente o seu estatuto, ou apresentando também uma versão de convertidos ao Cristianismo – permitiu igualmente uma sobrevivência multifacetada da identidade judaica. No caso da Península, elucidando na medida do possível os conversos sobre factos e práticas do Judaísmo, e montando redes de fuga o Norte de África. No caso de Marrocos, continuando a esmerar-se numa cultura e num pensamento sócio-religioso com raízes peninsulares, e cujos resultados darão forma, em parte, às elaborações identitárias de comunidades judaicas exteriores tão importantes, como a de Amesterdão.


E embora a presença concreta de Portugal em Marrocos tenha sido débil a partir da data acima referida, séculos de convivência ali e, outrora, na Península Ibérica, fizeram com que no século XIX, fossem os judeus marroquinos entre os primeiros a regressar a este país, ocupando um "espaço" sócio-cultural e económico quiçá similar, e dando de facto início á moderna comunidade judaica portuguesa.




Via: www.instituto-camoes.pt



(Enviado por Margarida Castro)




"Tanguistas", cartoon de Henrique Monteiro








domingo, 2 de novembro de 2014

Museu Nacional de Arqueologia











Museu instalando nos Jerónimos, ocupando a antiga área dos dormitórios dos monges, o Museu Nacional de Arqueologia é actualmente o repositório das aquisições promovidas pelo seu fundador, o Dr. Leite de Vasconcelos, como também das campanhas de escavações arqueológicas realizadas pelos sucessivos directores e colaboradores deste museu.

O espólio adquirido, veio dotar esta instituição de uma importante reserva de artefactos e de documentação, o que faz do MNA a principal casa da "Arqueologia Portuguesa". 



Praça do Império - Belém, Lisboa.



Área dedicada aos vestígios resgatados ao mar
Época romana, medieval e até à primeira metade do século XX 

(Costa portuguesa) 
























 Outras exposições 

















Fotografias de
 R@fael Baptista e M@nuela Videira