"Jerusalém", pintura de Yossi Stern
É minha intenção primordial fazer deste blog um repositório das tradições, costumes, factos e curiosidades sobre os judeus sefarditas em Portugal, e consequentemente também da restante Península Ibérica. Honremos sem complexos ou temores de qualquer ordem o nosso passado, para assim melhor conhecermos o presente e o nosso futuro, como pessoas e como nação.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
A Rota Judaica em Pernambuco - Brasil
A Rota Judaica trilhada pela cultura sefardita em Pernambuco, vista sob o olhar do Arqt. espanhol José Maria Plaza Escrivá, um viajante desenhador que percorreu esse belo itinerário desenhando ''in situ'' os locais mais emblemáticos, apresentando aqui as várias manifestações artísticas que contribuíram para a formação da cultura brasileira, através de desenhos, mosaicos (Arqt. Sandra Paro), literatura (Dra. Tânia Kaufman), dança (França, José António) e música, todos reunidos na Sinagoga Kahal Zur Israel, a primeira Sinagoga das Américas, além de uma evocação a Toledo Judio Sefardita: Sinagoga del Transito, Sinagoga Santa Maria la Blanca, Puerta del Cambrón. Presença dos judeus no nordeste brasileiro.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Museu Herzl - Postais
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Cemitério Judaico
cENTRO Histórico Judaico de Faro - Algarve
Entrada principal do cemitério judaico
de Faro
túmulos
O cemitério judaico de Faro é considerado como o único vestígio dos judeus em Portugal, após o fim da Inquisição.
Possuiu 76 túmulos em mármore com inscrições em hebraico, de 1838 a 1932.
No seu Museu encontra-se mobiliário da Sinagoga original, de 1820.
A presença hebraica permitiu que Faro tivesse sido a primeira localidade em Portugal, onde se imprimiu o primeiro livro em 1489, sob a responsabilidade do grande erudito Samuel Gacon.
Fotos: centro histórico judaico de faro
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Dona Gracia
Gracia Nassi (Lisboa, 1510 - Constantinopla, 1569), também conhecida simplesmente como "A Senhora", foi uma empresária portuguesa, filantropa, protectora de outros portugueses que secretamente seguiam o judaísmo, e que como ela fugiram do reino de Portugal no século XVI. Gracia salvou centenas de cristãos-novos, designados como marranos da morte e das perseguições. A sua benevolência para com os outros judeus sefarditas ficou especialmente patente na cidade de Antuérpia, para onde foi viver depois de deixar Lisboa. Cidades seguintes na sua fuga às perseguições que lhe foram movidas foram Veneza, Ferrara e finalmente Constantinopla, capital do império otomano, onde em paz e segurança pode praticar a sua fé.
Fonte: revista morashá e esferadoslivros
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