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terça-feira, 31 de março de 2015

A frase da semana









"Perder-se também é caminho."


Clarice Lispector



Exposição de Hagadot em Barcelona (2015)





O regresso de um património riquíssimo à Catalunha, uma região celebre na realização de magnificas Hagadot durante a Idade Média.








Barcelona 

 Exposição de Hagadot no Museu de História ,  26 de Março a 5 de Julho.




Ver mais em: http://www.timesofisrael.com/after-500-years-catalonias-haggadahs-come-home




sexta-feira, 20 de março de 2015

Sugestão - Concerto no CCB




A Vida Secreta das Máquinas






Concerto de Rodrigo Leão no CCB, dia 26 de Março, pelas 21h00
Grande Auditório do Centro Cultural de Belém


Um novo projecto do compositor e músico português, em permanente  busca de novos desafios no campo musical.








Manteigas




O Município de Manteigas lançou no inicio deste mês uma publicação  intitulada "Manteigas Minha Pátria", dividida em dois volumes, bem como um Roteiro sobre "Marcas da Herança Criptojudaica".


O primeiro volume é da autoria da Drª Patrícia Martins e da Arqª Patrícia Cunha, já o segundo volume, de autoria do Drº Jorge Martins.














 beira.pt -notícias





terça-feira, 17 de março de 2015

Jogo do Rapa





Como já em anteriores posts salientei, Trás-os-Montes tem até hoje um incontável registo de tradições que ficaram da herança judaica, o jogo do Rapa parece ser um desses exemplos.

Fernando Ribeiro no seu blogue dedicado à cidade de Chaves, relata-nos sobre este mesmo jogo, praticado até hoje em algumas zonas transmontanas, mas ao que indaguei, este costume foi também utilizado pelas crianças da Beira-Alta, que em tempos mais difíceis, era acompanhado com pinhões, castanhas e outros frutos secos.




(…) O Natal de muitos dos nossos pais e avós foi marcado por um jogo que está bem presente nas suas memórias de infância. Rapa, tira, deixa e põe...


   O jogo do rapa. Deixem, agora, que mude o nome a este brinquedo e lhe chame dreidel, em yiddish, e passe a ler as quatro letras em hebraico -  נ (Nun), ג (Gimel), ה (Hei), ש (Shin), que juntas foram o acrónimo para (Nes Gadol Haya Sham – “um grande milagre aconteceu lá” – em Israel).






O rapa. Um brinquedo e um jogo que a diáspora judaica manteve durante as festividades do Hanukah, para consagrar e honrar a memória da Terra Santa. Um jogo que nós adaptámos e baptizámos com a devida vénia à tradição anti-judaica: rapa, tira...






Vem-me ainda à memória a curiosa tradição de Páscoa que, na minha adolescência, vim encontrar em Chaves. Em vésperas da Semana Santa juntava-se dinheiro para comprar peças de barro no antigo mercado da Rua do Olival. No domingo de Páscoa, na Rua de Santa Maria, as crianças jogavam aos púcaros e caçoilos, atirando-os de mão em mão até se partirem... Mais tarde, Amílcar Paulo [n. 1929], ensinou-me que a tradição sefardita cripto-judaica mantinha o hábito de quebrar loiça doméstica, durante a Páscoa, como símbolo de renascimento e renovação...


Recordo, para concluir, as reticências que algumas pessoas tiveram perante o nome escolhido para a minha filha. Embora não aceitando as objecções, compreendi-as. Há uma quadra popular que evidencia ainda o preconceito dos católicos para com este e outros nomes:



Ana, Magana,
Rebeca, Susana,
Pariste um gato
Debaixo da cama...



Surge como inevitável a associação das expressões aqui há gato e sabe a rabo de gato com esta quadra, mesmo que as suas origens possam ser outras... Se, entretanto, considerarmos que a antiga judiaria de Chaves ainda não foi definitivamente localizada e à tradição oral acrescentarmos um pouco de imaginação, veja-se onde a Rua dos Gatos nos pode levar..."




(Um grande obrigado à Cristina Oliveira, que foi a
 pessoa que me fez chegar este tema).





Via: chaves.blogs.sapo.pt





segunda-feira, 16 de março de 2015

Curiosidade





Rio Judeu é um pequeno rio que nasce em Fernão Ferro (Seixal) e desagua na Baía do Seixal, atravessando assim todo o concelho até chegar ao Rio Tejo.









Esta designação deve-se ao facto de este rio banhar a Quinta de Amora, (Quinta de Infanta ou Quinta da Princesa, este último nome pelo qual é mais conhecida), que pertenceu à época do rei D. Fernando I ao judeu David Negro, que foi mais tarde, valido de D. Leonor Teles de Menezes.






Durante a crise de 1383/85, David Negro tomou o partido de Castela e por isso, despojado dos seus bens por D. João I.



Fotos de R@fael Baptista (2015)



A frase da semana








"O melhor de tudo é o que penso e sinto, pelo menos posso escrever; senão, me asfixiaria completamente."




Anne Frank


(Frankfurt am Main, 12 de Junho de 1929 — Bergen-Belsen, Março de 1945)





quarta-feira, 11 de março de 2015

Actividade cultural




Visita pelas ruelas da memória sefardita

Segóvia – Espanha
 Dia 22 de Março de 2015








WWW.SEFARADCONNECTION.COM 
 info@sefaradconnection. com - Ziva: 627 264 128 - Marta: 666 661 244




Via: Judería Segovia




quinta-feira, 5 de março de 2015

Visita nocturna em Sevilha




"Ano de 1391, o começo do fim."


Visita nocturna ao Museu e à antiga Judiaria de Sevilha.

Dia 6 e 20 de Março, pelas 20h00 (hora de Espanha).







Via: Centro de Interpretación 
Judería de Sevilla




A frase da semana








“Porque gosto demasiado da música para viver às custas dela.” 



Carlos Paredes




quarta-feira, 4 de março de 2015

Em Belmonte, o primeiro Hotel Kosher da vila deve estar pronto até final do ano








O Hotel Monte Sinai, de três estrelas, terá, segundo o projecto de arquitectura, todas as condições para “oferecer valências específicas para a comunidade "kosher", nomeadamente a nível gastronómico, facto que ditou algumas condicionantes em termos de organização funcional.” 
Este é um projecto de âmbito privado, de um empresário local de origem judaica, e que deverá abrir portas até final do ano.







Via: Notícias da Covilhã



Oração - Rebordelo





“Quem em esse Deus confia, não lhe faltará favor.”



Oração extraída ao tecelão brigantino António de Sá Carrança, pela Inquisição de Coimbra, em 1701.

Retirado do livro “Mais orações croptojudias de Rebordelo”, Manuel da Costa  Fontes, página 459, Coimbra 1992.