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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Figuras e factos



Pedro Damião



Ficheiro:Libro Damiano.jpg



Pedro Damião nasceu no Alentejo, na localidade de Odemira na segunda metade do século XV, e era oriundo de uma família de cristãos-novos. Pedro terá sido o autor de um tratado sobre xadrez, que para os entendidos, é um importante compêndio sobre a arte de jogar.

O tratado foi publicado em Itália, onde Pedro Damião se refugiou após a sua saída de Portugal, com o título de “Questo libro e da impare giochare á Schachi.”
Há mesmo uma jogada que refere o nosso país como a “abertura portuguesa”, ou o “gamito de Damião”, numa homenagem a este ilustre português.




Fontes: Lusotopia/ Beit Israel e Casa do Xadrez
Destaque literário






quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Curiosidade
 

 

 

A 12 de Elul, comemora-se o aniversário de Nachmanides, um dos grandes sábios do judaísmo.
O rabino Moshe ben Nachman nasceu em Girona, Espanha, no ano de 1194 da e.c.
Nachmanides, além de ter sido um importante erudito no estudo da halachá (הלכה), foi também médico, filósofo e homem ligado ao misticismo judaico.
Moshe ben Nachman, chegou mesmo a declarar que tomar a posse e viver em Israel é considerado como uma das grandes mitzvot.
Morreu na Palestina em 1270.

  

Fontes: www.jewishvirtuallibrary.org/ www.jewishencyclopedia.com

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Marcas judaicas no urbanismo e na arquitectura de Penamacor







de Laurinda Mendes
Câmara Municipal de Penamacor
 
 
(Clicar em baixo)
 
 
 
 
A frase da semana







"Permaneço uma coisa e uma coisa apenas: um palhaço.
Isso coloca-me num plano mais elevado do que qualquer político."



Charlie Chaplin


Domingo, dia 2 de Setembro






segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Até dia 15 de Setembro há Ciência Viva




Vestígios e memórias do passado




Espanha








"...Foi em meu nome que fiz,
A carvão, a sangue, a giz,
Sátiras e epigramas nas paredes
Que não vi serem necessárias e vós vedes.


Foi quando compreendi 

Que nada me dariam do infinito que pedi, 
- Que ergui mais alto o meu grito 
E pedi mais infinito..." 



José Régio

(Poema do Silêncio)


sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Shabat Shalom



Jews_at_the_kotel_1898


Judeus no Kotel, em 1898.



"Na Síria todos as facções clamam vitória... excepto os refugiados", cartoon de Carlos Latuff








Assim disse ele...






"Sendo a nossa alma imagem pintada da suma beleza e desejando naturalmente voltar à própria divindade, está sempre grávida dela por natural desejo; por isso, quando vê uma pessoa de per si bela duma beleza que se lhe ajusta, reconhece nela e por ela a beleza divina, porque também aquela pessoa é imagem da divina beleza. Com a sua beleza, a imagem daquela pessoa amada aviva na mente do amante, aquela beleza divina que está latente na mesma alma e dá-lhe actualidade do mesmo modo como lha daria a própria beleza divina exemplar..."

Leão Hebreu (Judah Abravanel)  (1465 - 1534?), "Diálogos de Amor", Roma, 1535.




Leão Hebreu



Filósofo português, de seu nome Judah Abravanel, filho do Rabino e conselheiro de D. Afonso V, Isaac Abravanel, Judá nasceu em 1465 em Lisboa, e morreu em 1535 em Itália. Estudou o Talmude, a Cabala e a filosofia clássica hebraica, latina e muçulmana, e formou-se em medicina. Filósofo marcado pelo espírito renascentista, de tendência sincrética, tentou mostrar o acordo da Bíblia com a filosofia grega. A sua obra principal, Diálogos de Amor, é um diálogo entre dois amantes: Fílon - o amor - e Sofia - a sabedoria. expõe a sua doutrina, segundo a qual o amor é o fundamento ontológico do real, concebido não apenas como sentimental, mas também como intelectual: deste modo pretende unificar e razão, embora deixando clara a prevalência da primeira.
Pelo amor Deus criou e pelo amor a criatura regressa a Deus. É, então, o amor que a tudo anima e a tudo harmoniza. Neste sentido, Leão Hebreu defende uma concepção cosmológica que, à maneira neoplatónica, estabelece uma hierarquia de seres que vai do puro espírito - Deus - à matéria. O mundo é visto como um ser vivo composto de superior e inferior, respectivamente, alma e corpo.
O regresso do homem a Deus realiza-se pelo amor na medida em que este é um amor intelectual; daqui se depreende a função escatológica do conhecimento na sua doutrina.



Fonte: Infopédia -  Porto: Porto Editora, 2003-2012

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Carção - O passado marrano



Reportagem da RTP – Rádio Televisão Portuguesa






Passagem das Ordenações Afonsinas






A situação de crise vivida pelos Judeus em Portugal no século XV prendeu-se com motivações religiosas, sem dúvida; mas estas devem ser acrescidas de razões de ordem económica. O próprio pogrom de 1391 que chacinou milhares de hebreus em Castela, sobretudo no Sul (Andaluzia), fez sentir as suas ondas de choque, mais tarde, em Portugal.
Contudo, para os que se convertiam, as provações não acabavam, uma vez que bastava que alguém testemunhasse que, em segredo, continuavam a desenvolver os ritos hebraicos, para que, de imediato, os seus bens fossem confiscados e os “infractores” fossem condenados a prisão ou escravatura.
Vejamos uma passagem das Ordenações Afonsinas:

 
“A Comuna dos Judeos da dita Cidade de Lixboa nos enviou dizer, que nos regnos de Castella, e d’Aragom forom feitos muitos roubos, e males aos Judeos, e Judias estantes aquella fazom nos ditos Regnos, matando-os, e roubando-os, e fazendo-lhes grandes premas, e costrangimentos em tal guisa, que alguus delles se faziam Christaaõs contra suas vontades, e outros se punham nomes de Christaaõs nom seendo bautizados com padrinhos, e madrinhas, segundo o direito quer; e esto faziam por escapar da morte ataa que se podessem poer em salvo; e que alguus desses Judeos, e Judias se vierom aos ditos nossos regnos, e trouverom suas molheres, e filhos, e fazendas, dos quaes moram, e vivem alguus delles em esta Cidade, e alguus em outras Cidades, e Villas, e Lugares do nosso Senhorio”  (L.º II, tít. LXXVII).
  
 
A medida legislativa para o confisco ou penhora dos bens judeus estava assim ardilosamente autorizada. Ódios, invejas e outros sentimentos menos dignos de Cristãos e relativamente a Judeus transformavam facilmente os primeiros nas testemunhas difamatórias dos segundos. Pontualmente, o rei interveio para sanar este tipo de atritos, cedendo privilégios a determinadas comunas, mas o crescendo das perturbações anti-semitas foi fazendo sentir-se até culminar no século XV, com o Édito de Expulsão promulgado por D. Manuel I que se seguiu ao Édito de Expulsão emitido por Fernando e Isabel de Castela e Aragão.

 

de João Silva de Sousa
 
 

 
 
 
Matança de judeus em Barcelona, nas revoltas anti judaicas na Catalunha - ano de 1391.
Autor, Josep Segrelles.
 
 

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Ditados portugueses e brasileiros




Desde sempre que as minorias étnicas ou religiosas estiveram sujeitas às provocações e aos insultos gratuitos, representados geralmente por provérbios populares, que ao longo dos tempos
ficaram enraizados na cultura dos povos ibéricos e, também no Brasil.
Muitos destes ditados têm as suas raízes nos séculos XVI e XVII, traduzindo no fundo o medo, a ignorância, a inveja e sobretudo o desconhecimento do outro como indivíduo.

Esta recolha foi levada a cabo por uma professora brasileira de nome Célia Szniter Mentlik.



Em Portugal:


"Judeu pela mercadoria, frade pela hipocrisia."

"O judeu e o porco não metas no teu horto".

"Judeu e porco, algarvio e mouro - são quatro nações e oito canalhas."



Já no Brasil da época colonial:


"... Quem cospe em cristão é judeu. Quem promete e falta é judeu. Quem come carne em dia de Sexta-Feira de Paixão é judeu. Judeu bebe sangue de gente. Judeu come carne de menino novo."


"Quem não assiste missa do galo ou é judeu ou é cavalo."

"Com judeus, livra-nos Deus."

"Quem matou o meu passarinho, foi judeu, não foi cristão; meu passarinho tão manso que comia nas minhas mãos."






Vestígios do passado






Estela funerária medieval de formato discóide com a estrela de David - Torres Vedras.



Fonte: Rede de Judiarias de Portugal


segunda-feira, 13 de agosto de 2012

A cidade da Guarda recebe 2º ciclo de Cultura Judaica







A cidade da Guarda vai acolher o 2º ciclo de Cultura Judaica, entre os dias 19 e 20 de Setembro

Os destaques do evento vão para as visitas guiadas ao Museu Judaico e à Sinagoga de Belmonte, haverá também  um espectáculo de música sefardita.

As inscrições devem ser feitas até 10 de Setembro.

Para mais informações:




 "Sonhos de Sefarad - 500 anos de Livros em Ladino"




 
(Clicar em baixo)

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domingo, 12 de agosto de 2012

Exposição em Tui





De 9 de Agosto a 8 de Setembro, na sala Municipal de Exposições


Esta exposição faz parte do programa da Jornada Europeia da Cultura Judia 2012, onde estão também integradas visitas guiadas ao património judeu em Tui - 31 de Agosto e 1 e 2 de Setembro.


Via: Galiza - Israel


Rir é o melhor remédio...




A modéstia do judeu





Um católico, um protestante, um muçulmano e um judeu discutiam calorosamente enquanto jantavam.
Diz o Católico : "Eu tenho uma grande fortuna e vou comprar o Citibank!"
O protestante diz: "Eu sou muito rico e também comprarei a General Motors."
O muçulmano diz: "Eu sou um príncipe fabulosamente rico e vou comprar a Mocrosoft."
E todos aguardam que o judeu fale..
O judeu mexe o seu café, pousa a colher sobre a mesa, bebe calmamente um pouco de café, olha para os companheiros e diz com desenvoltura:
"Eu não vendo!”




(Enviado por Ziva David)



sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Évora - As Sinagogas perdidas




As Sinagogas perdidas na Judiaria de Évora

 


Retratos de Safed (Parte II)






Mulher numa rua de Safed - Shmuel Zulkis, 1954



Figuras na rua - Zvi Adler, 1961



Safed - Zvi Shor 1947



Figuras na estrada - Michel Kikoine, 1953



Safed - Menachem Shemi, 1946-50


Via: Safed - Tzfat
"A Des-fun-da-cio-na-li-za-ção", cartoon de Henrique Monteiro





quarta-feira, 8 de agosto de 2012

“DÊ AO SEU FILHO RAÍZES, MAIS TARDE ASAS.”



PROVÉRBIO JUDEU




pINTURA DE Boris dUBROV

terça-feira, 7 de agosto de 2012

A frase da semana






"Há o desejo, que não tem limite, e há o que se alcança, que o tem. A felicidade consiste em fazer coincidir os dois."


Vergílio Ferreira

 
Sinagoga Kadoorie Mekor Haim - Porto




A maior sinagoga da Península Ibérica




   

Concerto de Outono | DSCH – Schostakovich Ensemble no CCB  







As Estações – Vivaldi, Tchaikovsky e Piazzolla 

     16 Set 2012 - 17:00
Grande Auditório 

O DSCH apresenta um programa em que demonstra toda a sua versatilidade e transversalidade. Em palco, estarão 18 músicos distribuídos por um ensemble barroco, um piano solo e um quinteto de tango para interpretar, respectivamente, as Quatro Estações de Vivaldi, as Estações de Tchaikovsky e as Quatro Estações de Buenos Aires de Piazzolla. Três obras-primas de três compositores representativos de três séculos distintos: Vivaldi – século XVIII –, Tchaikovsky – século XIX – e Piazzolla – século XX. Três sonoridades distintas, que se irão cruzar ao longo do concerto e estabelecer paralelos e contrastes inspiradores e surpreendentes.



Programa

Antonio Vivaldi As Quatro Estações
Tatiana Samouil violino solo
Timoti Fregni, Santiago Medina, Ana Pereira 1.os violinos
Simone Rogggen, Ludwig Dürichen 2.os violinos
Natalia Tchitch, Nguyen Nguyet Thu violas
Justus Grimm, Teresa Valente Pereira violoncelos
Tiago Pinto-Ribeiro contrabaixo
Bruno Procópio cravo


Piotr Ilitch Tchaikovsky As Estações
Filipe Pinto-Ribeiro piano


Astor Piazzolla Quatro Estações de Buenos Aires
Marcelo Nisinman bandonéon
Christian Danowicz violino
Pedro Madaleno guitarra eléctrica
Natalia Kuchaeva piano
Mário Rodrigues contrabaixo

 
 

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Arqueologia Judaica no Concelho de Trancoso 




Imagem gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Trancoso. Julho de 2010.



Carla Alexandra Santos
(Câmara Municipal de Trancoso)


Carmen Ballesteros
(Universidade de Évora-CIDEHUS)


(Clicar em baixo)






Imagem gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Trancoso. Julho de 2010.

domingo, 5 de agosto de 2012

Brigada Victor Jara - "Durme"




Excelente interpretação por parte deste grupo português, de uma canção tradicional sefardita.





Adaptação - Ricardo J Dias
Arranjo Metais- Tomás Pimentel
Voz - Catarina Moura
 

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Estudos Judaicos








                                                         


Judiaria
Fotografia de Manuel Figueiredo 





Fotografia de e-cultura.sapo.pt




Cristãos-Novos e Cristãos-Velhos de Portugal
Estudo de António Ribeiro Sanches


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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Cinema no Brasil em Agosto




“O Rochedo e a estrela”
16º Festival de cinema judaico

tRATA-SE DE UM Documentário QUE SE DEBRUÇA SOBRE A expansão do judaísmo em Pernambuco, no século XVII. Enfoca principalmente o período holandês e como Mauricio de Nassau favoreceu a liberdade religiosa, permitindo a existência de uma comunidade judaica e a fundação, no Recife, da primeira sinagoga das Américas, a Zur Israel.



FICHA TÉCNICA

Director: Kátia Mesel
Fotografia: Rodolfo Sanchez
Banda Sonora: Lula Côrtes
Duração: 80 min.
Ano: 2012
País: Brasil
Género: Documentário
Cor: Colorido
Distribuidora: Arrecifes Produções
Classificação: Livre

"Portugal nas Medalhas", cartoon de Henrique Monteiro



Portugal nas medalhas