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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Leituras...


"Uma Família de Cristãos-Novos em Bragança"  (em três volumes)


Ano do Livro: 2007
Ano da Edição: 2007

 editores e livreiros





Esta obra genealógica foca sobretudo os mais variados percursos dos cristãos-novos transmontanos, e sua enorme relevância histórica, social e cultural na sociedade portuguesa, onde se destacam os seguinte nomes:

Lima, Álvares Lima e Viscondes de Ferreira Lima, de Bragança e Lisboa
Borges da Silva e Duprat, de Lisboa
Paes de Sande e Castro e Barros Teixeira Homem, da Pesqueira e Samaiões
Totta e Henriques Totta, de Vinhais, Bragança e Lisboa
Castro Pereira e Dias de Castro Pereira, de Bragança e Porto
Antunes Navarro e Lopes Navarro, dos Condes e Viscondes de Lagoaça
Campos Henriques, dos Viscondes de Vila Nova de Foz-Côa
Sá Vargas, de Bragança
Castro Pereira e Solla, dos Viscondes de Francos e dos Condes de Castro e Solla
Dias Braga, Pessanha de Sequeira Braga e Sequeira Braga, de Bragança, Guimarães e Porto
Sá, Sá Pillão e Sá Pereira, de Bragança
Saldanha, Mendes Saldanha, Leão e Lopes dos Santos, de Bragança
Barros, Carneiro e Costas, de Bragança e Vinhais
Costa Leão, de Rebordelo e Bragança
Sá Leão e Guerra Leão Pimentel, de Bragança
Pimentel Mendes Pereira, de Bornes e Bragança
Cordeiro Feio, de Lisboa
Sacadura Bretes, de Lisboa
Lopes dos Santos, Santos Miranda e Mendes Pereira, de Chacim, Bragança e Lisboa
Lima Mayer, de Lisboa
Costa Lobo Cardoso, de Vila Real
Cunha Pimentel de Bragança, Bornes e Vila Verde
Pastor e Lopes Pastor, de Bragança, Mirandela e Vila Flor
Garcia, Emygdio Garcia e Furtado Garcia, de Bragança
Cifuentes Garcia, Malheiro Garcia, Lima Garcia, Garcia Teixeira da Costa Macedo, de Chaves e Lisboa Franco, de Bragança
Ledesma de Castro e Ledesma de Castro Antas, de Bragança
Ribeiro de Castro e Leite Velho Lobo de Castro, de Bragança e Chaves
Furtado, Oliveira Furtado e Calaínho de Azevedo Furtado, de Bragança
Novais da Costa e Sá, de Bragança
Sá e Cardoso de Sá, da Quinta do Pinheiro em Lisboa
Sá de Miranda, dos Viscondes da Paradinha
Sá de Miranda e Figueiredo, de Grijó de Valbenfeito
Vergueiro de Sá Miranda e Menezes Cordeiro, da Saldonha
Pissarro, Montanha e Lopes da Silva, de Bragança
Ramires, de Bragança
Mendes e Pimentel de Rebordelo e Bragança
Nunes, de Chacim e Bragança



"A Queda da Esfinge", do cartoonista Henrique Monteiro






Museu Virtual Aristides Sousa Mendes‏






Para recordar o homem, o patriota, o humanista, e o cônsul de enorme coragem.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011




Os judeus sefarditas no império otomano



A expulsão dos judeus da Espanha, em 1492, e a conversão forçada de 1497, em Portugal, produziram a "Diáspora Sefardita", levando judeus a buscar refúgio em terras como as do Norte da África e as do extenso Império Otomano.
Muitos, ansiosamente, aceitaram o oferecimento feito pelo Sultão Bayezid II para se integrarem à vida do Império Otomano. Bayezid II fez questão de favorecer a entrada de judeus e ordenou aos seus governantes para acolhê-los cordialmente.
No século XVI, os judeus expulsos da Boêmia chegaram ao Império Turco-Otomano. Judeus expulsos de Apulia, na Itália, que caíram sob domínio do Papa foram resgatados pelo Sultão Suleiman, o Magnífico, que escreveu uma carta ao Papa, exigindo sua libertação. O Papa cedeu, visto que o Império Turco Otomano era uma grande potência da época.
Os judeus eram protegidos pelo estatuto da Dhmmis (aplicado a não-muçulmanos que pertencessem aos povos do livro – judeus e cristãos), que os relegava a cidadãos de segunda classe, mas garantia sua vida, direito de propriedade e direito de culto.




                                             

Judeus na Turquia



Os judeus encontraram seu espaço em certas profissões que os muçulmanos não tinham interesse em fazer.

No Mediterrâneo, os judeus ibéricos posicionaram-se em núcleos urbanos, compondo uma formidável rede familiar de relações sócio-económicas, que tornou válida a ideia do Mediterrâneo como o "Mar Sefardita" ou o "Mare Nostrum Sephardicum", expresso por alguns historiadores.
Expressando sua opinião sobre a expulsão da Espanha, Bayezid II havia declarado na
ocasião: 
"O rei espanhol Fernando é erroneamente considerado um sábio, pois com a expulsão dos judeus, empobreceu o seu país e enriqueceu o nosso".
 
Era evidente que os otomanos sabiam dos benefícios potenciais da emigração em massa. Aceitavam os judeus parcialmente por interesses económicos. Os judeus da Espanha e de Portugal eram altamente qualificados, educados e grandes homens de negócios.
Bayezid II e seus sucessores, a partir do século XV, acolheram os sefarditas no domínio otomano e valeram-se de seus préstimos e conhecimentos não só para a expansão e desenvolvimento do comércio regional e internacional, mas também para o incremento das finanças, diplomacia, negócios bancários, corretagem e ourivesaria.
Os refugiados de origem ibérica foram designados pelos dirigentes otomanos a importantes cargos político-administrativos, participando, inclusive, da estratégia de colonização de diversas áreas do vasto Império. Os positivos contactos mantidos entre sefarditas e otomanos permitiram que laços de identidade se solidificassem com o tempo, em convivência de mútuo e duradouro respeito. O sistema político-administrativo otomano permitiu às minorias a preservação da religião, do idioma, das tradições e costumes.
A imprensa escrita, trazida para Istambul em 1493, por dois irmãos refugiados da Espanha é um exemplo da sofisticação que os judeus introduziram no Império Otomano.
Muitos consideravam que o Império Otomano lhes proporcionava o portão de entrada para a Terra de Israel. Ainda assim os judeus rapidamente se adaptaram ao renovado sentimento de liberdade e continuaram a se desenvolver culturalmente, financeiramente e espiritualmente.
Citamos como exemplo um dos documentos mais sagrados que apareceu no império, (com a ajuda da imprensa escrita) o Shulchan Aruch, do rabino de origem portuguesa Joseph Caro. Publicado em 1564, continha o código de leis sefarditas.
A literatura judaica revigorou-se. Um importante centro cabalista se firmou em Tzfat. Foram escritas obras como o Shulchan Aruch e a canção " Lechá Dodí".
Os judeus foram proeminentes na medicina da corte (A Sublime Porta, nome poético da corte otomana), na diplomacia e como conselheiros e ministros da corte.
Com o tempo, a população judaica no Império Otomano chegou a 200.000 habitantes, contra apenas 65.000 na Europa. Eles se assentaram principalmente nas cidades de Istambul, Sarajevo, Salônica, Adrianople, Nicopolis, Jerusalém, Safed, Damasco, Cairo, Bursa, Tokat, Amasya e, mais tarde, em Smyrna. A população judaica em Salônica cresceu tanto que os judeus tornaram-se maioria na cidade. Esta cidade se tornou o centro da vida judaica sefaradita. Suas indústrias e o dinamismo de seu porto (desactivado aos sábados), transformaram a cidade de Salônica, numa cidade-líder da rota comercial da indústria têxtil do século XIX.
A maioria dos sefarditas vivia em Istambul, Salônica e Esmirna, perto dos dirigentes otomanos, seus protectores.
Istambul, centro administrativo e comercial do Império Otomano, passagem marítima do Mar Negro e do Mediterrâneo, constituía uma verdadeira praça de câmbios, onde produtos do velho e do novo mundo eram comercializados. Foi nesta cidade que a maior comunidade judaica se organizou. Em 1900 a comunidade de Istambul contava aproximadamente 300.000 judeus.
A decadência otomana e a ingerência do imperialismo europeu em terras do Oriente Médio levaram famílias de negociantes sefarditas, procedentes de Istambul, Esmirna, Ilha de Rodes, Egipto e de outras comunidades a estabelecer-se em terras da Europa Ocidental, em diáspora  a que chamamos de "Retorno ao Ocidente".



Fonte: "Chazit.com"




                                     
                                   Extensão territorial do império otomano.


quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Parabéns "Pantera Negra"







Eusébio da Silva Ferreira

O jogador extraordinário que foi, o enorme benfiquista que é, a lenda que perdurá para sempre.



Lembrar Celan...







“Mãe, eles ficam calados. / Mãe, eles consentem que / a ignomínia me difame. / Mãe, ninguém / cala a boca aos assassinos. / / Mãe, eles escrevem poemas. / Oh, / Mãe, quanto / chão do mais estranho dá o teu fruto ! ... Ontem / veio um deles e / matou-te / outra vez no / meu poema”.




Paul Celan



terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Curiosidades judaicas






Trajes dos judeus em França desde a Idade
Média, bem como da Turquia, Grécia, Holanda, Alemanha e Polónia, abrangendo os séculos XVII a XIX.  (Clique na imagem)

A frase da semana



"Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades."


Luís Vaz de Camões






Sugestões


 

Livraria Lello & Irmão


Com mais de cem anos, esta livraria é uma das mais belas de todo o mundo.
Vale a pena uma visita demorada ao local.


Porto - Livraria Lello e Irmão (1906)



Rua das Carmelitas, 144

Porto

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Cartoon de Henrique Monteiro



JJ na sua nova modalidade desportiva,
o "Boxe".


Futebol não é para meninas!
 
A vitoriosa abstenção





Como alguém me disse hoje, Portugal vai por um rumo bastante preocupante.
Esta enorme abstenção (53.37%), é a prova do cansaço e da falta de confiança do povo nos políticos portugueses.
Há que tirar ilações !!!

Rede de judiarias nacionais. Um sonho por concretizar



logo-red-juderías


Falta fazer por cá algo semelhante, ideias há de facto muitas, mas não passam disso mesmo.
Já agora, para quando o prometido Museu Judaico de Lisboa ?

domingo, 23 de janeiro de 2011

Abraham Zacuto
אברהם זכות







Seu nome completo era Abraham Ben Schmuel Zacuto, nascido na cidade
de Salamanca em 1452. Homem de muitos ofícios, foi astrólogo, astrónomo e médico judeu, autor do famoso Almanach Perpetuum Celestium Motuum, conjunto de tábuas solares que começou a coligir a partir de 1473, quando ainda vivia em Espanha. O Almanach foi sem dúvida um instrumento importante tanto para Cristóvão Colombo como para os navegadores Vasco da Gama e Pedro Álvares Cabral.

Zacuto foi um dos que se recusou a converter-se ao cristianismo em 1492, aquando da expulsão dos judeus da Espanha. Sem dificuldades conseguiu asilo em Portugal, onde a sua presença foi registrada a partir de 1493, ano em que foi convocado por D. João II para uma reunião em Torres Vedras, a fim de discutir as consequências das descobertas de Colombo e os projectos portugueses para neutralizar o avanço espanhol. Nesta reunião começaram a ser redigidas as propostas portuguesas para o Tratado de Tordesilhas, assinado no ano seguinte com os Reis Católicos.


Faleceu provavelmente em 1515 em Jerusalém, embora certos estudiosos apontem a sua morte para a data de 1520, mas em  Damasco.



Cristobal Colón visitando a Zacuto en su gabinete de trabajo. Del libro: Don Abraham Zacuto: Rabí, astrónomo, historiógrafo, Oporto, 1946



(Ilustração representando Cristóvão Colombo a conversar com o mestre
 Abraham Zacuto, Porto - 1946).



"Hija Mia" - lyrics/letras (Andalo-Sefardic song - Amina Alaoui)

 

 




Dia 27 de Janeiro - dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

 

"A memória é fonte de libertação, o segredo da redenção, enquanto o esquecimento, será a fonte do exílio".

Baal Chem Tov
(Fundador do hassidismo)

 



 


http://www.esacademic.com/pictures/eswiki/75/Krakow_Ghetto_06694.jpg


  ISTO, NUNCA MAIS !!!

A Inquisição na internet 


 



No Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Lisboa, já se pode consultar gratuitamente os respectivos processos, e os demais livros da inquisição.


 Eis o endereço :  http://digitarq.dgarq.gov.pt/
 
 

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Sinagoga de Córdoba





Este templo judaico é um dos edifícios do culto hebreu mais bem preservados de toda a Espanha. Está localizado na judiaria de Córdoba.
Foi construída entre 1314 e 1315, sob a supervisão de Isaac Moheb, e serviu como templo até à expulsão dos judeus de Espanha, em 1492.
Desde 1885 que é Monumento Nacional no país vizinho.
 


 
 
                                
 
 
 
 
 
A Sinagoga Touro



Na segunda metade do século XVIII, mais precisamente em 1763, uma congregação de vinte famílias judias de origem portuguesa, inauguraram a primeira sinagoga dos Estados Unidos.
A sinagoga designada de "Touro", foi fundada em Newport, estado de Rhode Island.
Desde 1946 que é considerada um Monumento Nacional.
 
 
 
 
 

O mercador Julião


Luís Henriques Julião, cristão-novo, filho de Julião Henriques e de Branca Rodrigues, casado com Filipa Dias, era natural de Vila Flor, e exercia a profissão de mercador em Castro Laboreiro.
 
Foi detido a 14 de Maio de 1656, pelo Tribunal do Santo Ofício de Coimbra, acusado da prática de judaísmo.
Cumpriu quatro longos anos de prisão, e passou como se deve imaginar por momentos menos agradáveis, o confisco de bens, tortura, interrogatórios intermináveis, enfim, as honrarias habituais desta instituição eclesiástica.
Finalmente, a 23 de Maio de 1660, foi realizado Auto de Fé.
Luís Julião abjurou então a "Fé Mosaica", mas foi-lhe imposta várias determinações, que para bem da sua integridade física, deviam ser a partir daí escrupulosamente cumpridas :

 - Usar hábito penitencial.
- Ir á missa aos domingos e nos dias santos.
- Confessar-se nas quatro festas do ano: - Natal, Páscoa, Espírito Santo e Assunção de Nossa Senhora, e comungar se o confessor assim o entendesse;
- Jejuar todos os sábados e rezar o rosário de Nossa Senhora;
-Apartar-se da “gente da nação” e cumprir tudo o que prometeu na abjuração.

Recebeu "Termo de Soltura e Segredo", e após a sua saída do cárcere, desconhece-se o seu destino.



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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Curiosidades


Montejuic - Monte dos judeus 


Terá existido neste preciso local um antigo cemitério judaico durante a Idade Média, daí o nome.



http://www.syjoho.nl/photo_albums/200607/images/07%20Uitzicht%20vanaf%20de%20Montjuic%20over%20Barcelona%20_jpg.jpg





Montejuic é uma colina situada a sudoeste de Barcelona. Actualmente, é uma atracção turística devido à sua localização privilegiada.



domingo, 16 de janeiro de 2011

Telavive - Israel

 


Concerto em homenagem a Dona Gracia Nasi, dia 20 de Janeiro, no Instituto Cervantes de Telavive.

Em 2010 comemorou-se os  500 anos sobre o nascimento de Gracia Nasi, (1510 - 1569).







Nascida em Lisboa, esta mulher é uma figura de enorme importância para a história do judaísmo sefardita, devido à sua liderança na organização e, no resgate de muitos cristãos-novos portugueses e espanhóis, levados posteriormente para a Holanda, Turquia e Palestina.


Gracia Nasi salvou a vida de muitas pessoas, que de outro modo teriam sido detidas ou executadas pelo Tribunal do Santo Ofício.




Madrid - Espanha


Na comemoração dos 180 anos do nascimento do pintor Camille Pissarro, o Museu Thyssen - Bornemisza e a Fundação Caja Madrid, darão a conhecer ao público até 13 de Fevereiro, um conjunto de obras deste pintor de origem judaica-portuguesa.
Nascido em (Saint Thomas, 1830 - Paris, 1903), ele descendia de uma família sefardita do Caribe .
Este pintor francês de nome completo Jacob Abraham Camille Pissarro, é hoje considerado como um dos fundadores do movimento impressionista.








quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

"Inimigos da Fé"










Lista dos principais sobrenomes/apelidos de cristãos-novos que viveram em Portugal e no Brasil, e nas demais possessões portuguesas, abrangendo os séculos XV a XVII. 

(Uma nota importante a salientar. Ter estes apelidos não acarreta  necessariamente uma pessoa que tenha antepassados judeus ou cristãos-novos. Cabe agora a cada um fazer a sua pesquisa pessoal.) 

Cristãos-Novos - é a designação que em Portugal  chamaram aos judeus e mouros, forçados por decreto à conversão ao cristianismo, no ano de 1496.
Conversos/Gente da Nação ou Marranos - designações atribuídas geralmente aos antigos judeus.
Cristãos-Velhos - a população cristã que descendia directamente dos povoadores durante a reconquista da Península Ibérica.

Abecassis, Abreu,  Abrunhosa, Affonseca, Affonso, Aguiar, Ayres, Alam, Alhertú, Albuquerque, AlÍaro, Almeida, Alonso, Alvade, Alvarado, Alvarenga, Alvares, Aivarez, Anelos, Alveres, Alves, Aivim, Alvorada, Alvres, Amado, Amaral, Andrada, Andrade, Anta, Antônio, Antunes, Arailjo, Araújo, Arrahaça, Arroyo, Arroja, Aspalhão, Assumpção, Athayde, Avila, Avis, Azeda, Azeitado, Azeredo, Azevedo.
Bacelar, Balão, Baihoa, Balíeyro, Balteiro, Bandes, Baptista, Barata, Barbalha, Barhosa, Barhoza, Bareda, Barrajas, Barreira, Barreta, Barreto, Barros, Bastos, Bautista, Batista, Beirão, Belinque, Belmonte, Bello, Bentes, Bernal, Bernardes, Bezerra, Bicudo, Bispo, Bivar, Bocarro, Boned, Bonsucesso, Borges, Borralho, Botelho, Bragança, Brandão, Bravo, Brites, Brito, Brum, Bueno, Bulhão..
Cahaço, Cahral, Cahreíra, Cáceres, Caetano, Calassa, Caldas, Caldeira, Caldeyrão, Callado, Camacho, Câmara, Camejo, Caminha, Campo, Campos, Candeas, Capote, Cárceres, Cardoso, Cardozo, Carlos, Carneiro, Carrança, Carnide, Carreira, Carrilho, Carrollo, Carvalho, Casado, Casqueiro, Cásseres, Castanheda, Castanho, Castelo, Castelo Branco, Castelhano, Castilho, Castro, Cazado, Cazales, Ceya, Cespedes, Chacla, Chacon, Chaves, Chito, Cid, Cobilhos, Coché, Coelho, Collaço, Contreíras, Cordeiro, Corgenaga, Coronel, Corrêa, Cortei., Comjo, Costa, Coutinho, Couto, Covilhã, Crasto, Cruz, Cunha..
Damas, Daniel, Datto, Delgado, Devei, Diamante, Dias, Diniz, Dionísio, Dique, Déria, Dona, Dourado, Drago, Duarte, Duraes.
Eliate, Escobar, Espadilha, Espinhoza, Espinoza, Esteves, Évora.
Faísca, Falcão, Fanha, Faria, Farinha, Faro, Farto, Fatexa, Febos, Feijão, Feijó, Fernandes, Ferrão, Ferraz, Ferreira, Ferro, Fialho, Fidalgo, Figueira, Figueiredo, Figueiró, Figueiroa, Flores, Fogaça, Fonseca, Fontes, Forro, Fraga, Fragozo, França, Frances, Francisco, Franco, Freire, Freitas,  Froes, Frois, Furtado.
Gabriel, Gago, Galante, Galego, Galeno, Gallo, Galvão, Gama, Gamboa, Gançoso, Ganso, Garcia, Gasto, Gavilão, Gil, Godirtho, Godins,Goes, Gomes, Gonçalves, Gouvea, Gracia, Gradis, Gramacho, Guadalupe, Guedes, Gueybara, Gueyros, Guerra, Guerreiro, Gusniao, Guterres.
Henriques, Homem.
Idanha, Iscol, Isidro
Jordâo Jnbim, Julião
Lafaia, Lago, Laguna, Lmy, Lara, Lassa, Leal, Leão, Ledcsma, Leitão, Leite, Lemos, Lima, Liz, Lobo, Lodesma, Lopes, Loução, Loureiro, Lourenço, Louzada , Louzano, Lucena, Luíz, Lima, Luzarte.
Macedo, Machado, Machuca, Madeira, Madureira, Magalhães, Maia, Maioral, Maj, Maldonado, Malheiro, Manem, Manganês, Manhanas, Manoel, Manzona, Marçal, Marques, Martins, Mascarenhas, Mattos, Matoso, Medalha, Meddros, Medina, Melão, Mello, Mendanha, Mendes, Mendonça, Menezes, Mesquita, Mezas, Miffio, Miles, Miranda, Moeda, Mogadouro, Mogo, Molina, Mot,forte, Monguinho, Moniz, Monsanto, Montearroyo, Monteiro, Montes, Montezinhos, Moraes, Morales, Morão, Morato, Moreas, Moreira, Moreno, Motta, Moura, Mouzinho, Munhoz.
Nabo, Nagera, Navarro, Negrão, Neves, Nicolao, Nobre, Nogueira, Noronha, Novaes, Mines
Oliva, Olivares, Oliveira, Oróbio
Pacham, Pachão, Paixão, Pacheco, Paes, Paiva, Palancho, Palhano. Pantoja, Pardo, Paredes, Parra, Páscoa, Passos, Paz, Pedrozo, Pegado,Peinado, Penalvo, Penha, Penso, Penteado, Peralta, Perdigão, Pereira, Peres, Pessoa, Pestana, Picanço, Pilar, Pimentel, Pina, Pineda, Pinhâo, Pinheiro, Pinto, Pires, Pisco, Pissarro, Piteyra, Pizarro, Ponheiro, Ponte, Porto, Pouzado, Prado, Prates, Preto, Proença.
Quadros, Quaresma, Queiroz, Quental
Rabelo, Rabocha, Raphael, Ramalho, Ramires, Ramos, Rangel, Raposo, Rasquete, Rehello, Rego, Reis, Rezende, Ribeiro, Rios, Robles, Rocha, Rodrigues, Roldão, Romão, Romeiro, Rosário, Rosa, Rosas, Rosado, Ruivo, Ruiz.
Sá, Saldanha, Salvador,Samora, Sampaio, Samuda, Sanches, Sandoval, Santarém, Santiago, Santos, Saraiva, Sarilho, Saro, Sarzedas, Seixas, Sena, Semedo, Sequeira, Seralvo, Serpa , Serqueira, Serra, Serrano, Serrão, Sorveira, Silva, Silveira, Simão, Simões, Siqueira, Soares, Sodenha, Sodré, Soeyro, Sola, Solis, Sondo, Soutto-Mayor, Souza.
Tagarro, Tareu, Tavares, Taveira, Teixeira, Telles, Thomás, Toloza, Torres, Torrones, Tola, Tourinho, Tovar, Trigillos, Trigueiros, Trindad.
Uchfla
Valladolid, Valle, Valença, Valente, Vareja, Vargas, Vasconcellos, Vasques, Vaz Veiga, Velasco, Vellez, Velho, Veloso, Vergueiro, Vianna, Vicente, Videira, Viegas, Vieira, Vigo, Vilhalva, Vilhegas Villena, Villa, Villalão, Villa-Lobos, Villanova, Villar, Villa-Real, Villella, Vizeu.
Xavier, Ximenes.
Zuriaga.